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Gestão de folgas e recuperação de atletas ganha importância na logística da Copa do Mundo 2026
A gestão do tempo de folga e a recuperação física tornaram-se pilares estratégicos na Copa do Mundo de 2026. Com o novo formato de 48 seleções e um cronograma expandido, a FIFA e a FIFPRO estabeleceram um requisito obrigatório de 72 horas de descanso entre as partidas, visando minimizar o desgaste das longas viagens e das variações climáticas em toda a América do Norte.
Diferente de edições passadas, como em 1994, quando a falta de experiência levou a Noruega a organizar atividades exaustivas sob calor intenso, as equipes atuais operam com planejamentos logísticos rigorosos. Treinadores como Mauricio Pochettino enfatizam que o foco deve ser estritamente esportivo, evitando distrações externas que possam comprometer o rendimento.
Especialistas como Tony Meola e Stu Holden apontam que, neste cenário, o papel das comissões técnicas é decisivo. O tempo adicional entre os jogos permite não apenas a recuperação física, mas também ajustes táticos profundos e a manutenção do engajamento mental de todo o elenco, fatores que serão determinantes para as seleções que chegarem à final no MetLife Stadium.