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Copa do Mundo de 2026 movimenta bilhões em patrocínios globais
A Copa do Mundo de 2026, realizada nos Estados Unidos, Canadá e México, consolidou um novo patamar de comercialização para a FIFA. O ciclo de quatro anos projeta uma receita de pelo menos US$ 13 bilhões, impulsionada por preços elevados de ingressos, hospitalidade de luxo e a introdução de pausas comerciais para hidratação. Apesar de críticas de torcedores e investigações sobre a revenda de ingressos, o modelo financeiro agressivo garantiu resultados expressivos.
Para o próximo ciclo, que culminará no torneio de 2030 na Espanha, Portugal e Marrocos, a FIFA espera atingir US$ 14 bilhões. O crescimento será sustentado pela valorização dos direitos de transmissão e pelo aumento dos patrocínios globais, exemplificado pela entrada da Saudi Aramco como principal parceira comercial. Mesmo com possíveis limitações regulatórias na Europa que podem restringir as práticas de venda de ingressos, a demanda pelo evento permanece elevada e imune a controvérsias políticas ou de reputação.