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Copa do Mundo de 2026 desencadeia onda de mudanças em comissões técnicas de seleções nacionais
A Copa do Mundo de 2026 provocou uma reestruturação profunda nos comandos das seleções, resultando na saída de 13 treinadores após o término de suas respectivas campanhas. O movimento começou precocemente com a demissão de Sabri Lamouchi (Tunísia) e seguiu com as saídas de Steve Clarke (Escócia), Miroslav Koubek (República Tcheca), Hong Myung-bo (Coreia do Sul) e Marcelo Bielsa (Uruguai), eliminados ainda na fase de grupos.
O ciclo de mudanças continuou durante a fase eliminatória, com técnicos como Sebastián Beccacece (Equador), Ronald Koeman (Países Baixos), Julian Nagelsmann (Alemanha) e Zlatko Dalic (Croácia) deixando seus cargos após a eliminação nas oitavas de final. Posteriormente, Javier Aguirre (México), Carlos Queiroz (Gana) e Roberto Martínez (Portugal) também encerraram seus ciclos. O último a integrar a lista foi Pape Thiaw, demitido do comando do Senegal.
Essas saídas marcam não apenas o fim da participação no torneio, mas o encerramento de projetos e ciclos esportivos. Em muitos casos, como na seleção senegalesa, as mudanças foram aceleradas por tensões internas entre o vestiário e as comissões técnicas, evidenciando o impacto imediato das eliminações na estabilidade das seleções nacionais.